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Bittar e Alysson articulam união da direita para disputa pela Prefeitura de Rio Branco

ByEdnardo

jun 19, 2023

A idéia é unir partidos como PL e União Brasil, em uma mesma coligação do Progressistas, para disputar as eleições

Enquanto o MDB e PSD disputam o ex-prefeito Marcus Alexandre e se programam para recriar a extinta Frente Popular, junto com partidos de esquerda do Acre, o senador Marcio Bittar pretende unir novamente os partidos de direita que estiveram no palanque do governador Gladson Cameli, durante a campanha do primeiro mandato. A informação foi dada com exclusividade ao ContilNet, após uma reunião entre Bittar, e o secretário de Governo, Alysson Bestene, feita na última sexta-feira (16).

Alysson Bestene e Marcio Bittar/Foto: Reprodução

A idéia é unir partidos como PL e União Brasil, em uma mesma coligação do Progressistas, para disputar as eleições municipais de Rio Branco.

Com o União Brasil, partido de Bittar, incluído na chapa de Bestene, outro senador do Acre, Alan Rick, também deverá ingressar na nova frente.

Como fica Bocalom?

A questão que precisa ser definida agora, é como fica a questão do prefeito Tião Bocalom, também do Progressistas, e que já afirmou que deverá concorrer à reeleição, e pelo PP.

Ao ContilNet, Alysson já deixou claro que terá seu nome à disposição da Executiva Municipal para a disputa. “O partido Progressistas, no qual faço parte junto com o governador Gladson, tem candidatos aqui na capital. O prefeito atual é do nosso partido. O meu nome está à disposição, como eu sempre falei, estou preparado para o desafio. As discussões internas do partido, vão se acalorando à medida que vai se aproximando e a gente espera, se assim for escolhido, a gente vai estar lá disputando, colocando nosso nome à disposição em 2024”, disse.

O governador Gladson Cameli também já afirmou que o seu candidato em Rio Branco é Alysson Bestene. Cameli chegou a dizer que Bestene “só não é candidato se não quiser”.

Com o apoio de Gladson, o nome de Alysson ganhou força entre os deputados federais e estaduais do PP. Só na Aleac, são 4 parlamentares. Já na bancada federal, metade é composta por deputados do partido.

O futuro do prefeito Tião Bocalom dentro do partido segue desconhecido. Porém, já declarou que não deixará o partido e lutará pela sua candidatura.

fonte: contilnet

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