ter. maio 24th, 2022

Diego Sabino, de 15 anos, tomava banho no Rio Acre, na região do bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco, quando se afogou no domingo (29). Corpo foi achado na manhã desta terça (31) por bombeiros.


Diego Sabino morreu afogado no Rio Acre no domingo (29) e o corpo foi achado nesta terça (31) — Foto: Arquivo da família

Diego Sabino morreu afogado no Rio Acre no domingo (29) e o corpo foi achado nesta terça (31) — Foto: Arquivo da famíliahttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O Corpo de Bombeiros do Acre achou, na manhã desta terça-feira (31), o corpo do adolescente Diego Sabino da Silva, de 15 anos, que sumiu nas águas do Rio Acre no domingo (29). O garoto tomava banho com outros três adolescentes na região do bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco, quando se afogou.

Os bombeiros iniciaram as buscas na manhã dessa segunda (30) e passaram o dia todo fazendo mergulhos para tentar achar o menor. Segundo a assessoria de comunicação da corporação, foi utilizada a técnica de varredura em um percurso de 132 metros partindo do suposto local do afogamento.

Os trabalhos foram suspensos no início da noite de segunda e retomados na manhã desta terça, quando o corpo foi achado.

À Rede Amazônica Acre, a madrinha de Diego, Maria Nascimento da Silva, disse que soube do desaparecimento do afilhado pelo pai dele. O homem ligou para ela dizendo que ele tinha mergulhado três vezes e sumiu.

“Não contaram para a mãe dele. Quando o pai dele chegou, me ligou e falou que ele tinha se afogado no rio. Ele disse: ‘acho que perdi meu filho’. Na mesma hora já fui para lá, ligaram para o Corpo de Bombeiros, tinham também três policiais para ajudar. O bombeiro chegou à noite, fez os procedimentos, mas não dava para fazer a busca no mesmo dia”, lamentou.

‘Amado por todos’

Nesta terça, Maria falou que os parentes estavam reunidos às margens do rio quando chegou a notícia de que o corpo havia sido encontrado. O corpo de Diego foi reconhecido pelo pai dele. Emocionada, Maria falou que o afilhado era muito amado pelos parentes e um ótimo garoto.

“Acharam ele na [região] do Habitasa. Era um menino muito bom, todo mundo amava ele lá casa. Estou sentindo uma dor muito grande, não era um menino de beira de rio. Fizemos perguntas para as crianças [que estavam com ele] e elas ficaram muito assustadas também, com medo” , lamentou.

Ainda segundo a mulher, Diego não sabia nadar e essa foi a primeira vez que tinha ido para o rio. “Às vezes ia com o cunhado para o açude tomar banho, mas não saia da beira. Tinha muito medo de entrar na água. Não sei o porquê aconteceu isso”, disse.

fonte: g1acre